domingo, 6 de setembro de 2009

Fórmula 1, escândalos 1000


A Fórmula 1 e o Senado Federal estão disputando quem promove mais escândalos. Os jogos das equipes para favorecer um ou outro piloto são cada dia mais comuns. O problema é que a coisa vem se agravando.


Fora das pistas o jogo de interesse também vem afetando a seriedade das corridas. Depois do caso de espionagem da McLaren sobre a Ferrari e o envolvimento do presidente da FIA, Max Mosley em práticas sadomasoquistas. A bomba agora explode na Renault e sobre o piloto brasileiro, Nelsinho Piquet.


Dessa vez a rede Globo, por meio do repórter e comentarista da F1, Reginaldo Leme, descobriu uma possível fraude no GP de Cingapura. Nelsinho Piquet teria batido propositalmente para forçar a entrada do Safety Car. Com isso, seu companheiro de equipe, Fernando Alonso, que se encontrava em último, seria beneficiado com uma nova largada.


E a sujeira não para por aí. Nelsinho teria, na volta de apresentação, treinado a batida. E as imagens mostram, tanto o suposto treino quanto a batida são bem parecidas.


Nelsinho foi sumariamente demitido da Renault este ano. Então, será que vale a pena fazer esse tipo de armação? Cada vez mais, os pilotos estão se tornando fantoches das escuderias e a F1 perde a credibilidade.

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